O rugby não é um desporto onde a componente físico-motora é a única força motriz. Tal como a Honda, não se trata apenas de uma máquina: existe colaboração, inovação, confiança e superação. Mais: o rugby, veicula valores universais que facilmente se aplicam fora do campo. Ou fora das quatro linhas, para os mais puros do desporto. A liderança, claro, destaca-se naturalmente, mas também a união, respeito e trabalho em equipa.
Palavras a que também associa a Honda? É natural que assim seja: colecionamos os mesmos atributos. Neste artigo, vamos dissecar esses mesmos aspetos, mostrando de que forma o jogo de rugby nos ensina bastante sobre união, liderança entre outros valores.
O rugby como recetáculo de valores éticos
Já o afirmamos, mas voltamos a repetir: o rugby vai muito além do jogo e da capacidade física dos atletas que o praticam. Por baixo dessa capa competitiva, vive um enorme edifício ético que torna a cultura do rugby muito invejada. Falamos mesmo de uma declarada aquisição de competências a nível pessoal, que muito ajuda o desenvolvimento de jovens e jovens adultos que praticam esta modalidade.
Sendo um desporto coletivo, privilegia o espírito de equipa, incutindo, por isso, um elevado nível de companheirismo e amizade entre os atletas. Daqui outros valores emergem: partilha, responsabilidade coletiva, sinceridade e lealdade. Para com os companheiros e adversários. É, aliás, comum, e até tradição, vários jogadores de equipas adversárias desfrutarem da companhia uns dos outros fora de campo e num contexto social, promovendo desta forma um maior nível de respeitabilidade entre todos os intervenientes.

Do respeito à paixão: o rugby como chão comum
Quando o termo respeito vem à baila no âmbito dos jogos de rugby, aquele extravasa os limites do relvado onde se pratica a modalidade. Considera-se não só o respeito que o praticante tem pelo jogo, suas leis, colegas, adversários e equipa de arbitragem, mas também pelo público. Este merece, sempre e acima de tudo, respeito, pois deslocou-se até ao recinto para assistir ao jogo. Tirou tempo que é seu. Merece a recompensa, portanto. Do espetáculo, sim, mas em igual dose de consideração.
Dentro do respeito, existe, claro, e em grandes quantidades, a paixão pela modalidade. O gosto pelo desporto que se funde com um amor tremendo pela rugby, pelas corridas, pelos embates, pelas vitórias e até pelas derrotas, sem nada exigir em troca. Tudo isto se desenrola com uma enorme salvaguarda da integridade física do adversário.
Solidariedade e disciplina: conceitos chave no rugby
Tudo o que aqui já se disse sobre este desporto que junta 15 jogadores de cada lado leva-nos a uma palavra mágica: solidariedade. O que acaba por ser natural quando se luta por um objetivo coletivo. Ainda assim, a disponibilidade física manifestada no rugby faz-nos ressaltar ainda mais as qualidades solidárias de quem o pratica.
Esta matriz assenta, por fim, na disciplina. Num sentido mais estrito e que tem que ver com a responsabilidade individual de cada atleta para com o coletivo. Mas, sobretudo, no código de conduta necessário e que quem joga rugby cedo se percebe do seu valor inegociável. Na verdade, o rugby, como na estrada, exige cooperação, solidariedade, disciplina e, acima de tudo, respeito.
A Honda e o rugby em Portugal
Patrocinadora oficial da federação portuguesa de rugby, a Honda partilha os valores fundamentais da modalidade: esforço, dedicação e espírito coletivo.
Este apoio reflete, aliás, a filosofia da marca, The Power of Dreams, que acredita na construção de sonhos através do compromisso, da superação e do trabalho em equipa.
Ao investir no rugby, a Honda contribui para o crescimento sustentável da modalidade e para a formação das próximas gerações, reforçando o impacto positivo do desporto na sociedade portuguesa.






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