Resultados
Honda N2

Etapa 1 – O primeiro dia: De Lisboa a Vilamoura

Chegámos a Lisboa debaixo de chuva intensa, como se o céu não quisesse que partíssemos. No meio da movimentada oficina da Honda sobressaíam os carros que nos acompanhariam na viagem, um Honda HR-V e Honda CR-V, vestidos a rigor para que todos soubessem qual era a nossa missão: a Honda N2 Roadtrip. O Jorge, o Maique, a Anita e a Inês eram os nossos convidados para esta primeira parte da nossa aventura e o peso das suas mochilas refletia a sua vontade de fotografar.

Projetámos um dia inteiro para chegarmos com calma à cidade de Faro, que nos levaria até à tão aguardada Estrada Nacional 2. Dividimos os nossos convidados por equipas, dois em cada carro, e deixámos a capital rumo ao nosso primeiro destino: Alcácer do Sal. A chuva parecia querer acompanhar-nos, por mais que a meteorologia não a tivesse previsto. Decidimos mudar de margem para podermos contemplar esta bonita cidade, em todo o seu esplendor, onde as casas se refletem no rio, na perfeição, e o seu castelo, lá do alto, parece escapar-se às nuvens e conseguir para si um pouco de sol. Este momento teria tudo de perfeito não fosse a chuva não desistir de nós. Esta persistência levou-nos a procurar abrigo numa modesta oficina nas margens do Rio Sado, que nos permitiu brincar um pouco com os locais que por lá pareciam passar o seu tempo.

À procura da Mina do Lousal

Enchemo-nos de coragem e corremos para os carros, na ânsia de seguirmos para o próximo destino. Deixámos que o mesmo fosse escolhido pelos nossos convidados, a partir do momento que estes nos revelaram que esta era uma das suas viagens prediletas. Foi por isso que recebemos com imensa curiosidade a sugestão de próximo local a ser visitado: a Mina de Lousal.

Em direção a Ermidas do Sado existe esta antiga mina de exploração de enxofre, encerrada em 1988. Desde essa data, faz parte do Centro de Ciência Viva do Lousal, que nos dá uma perspetiva da vida da mina durante os anos em que esteve aberta. Acompanhados da Dra. Mafalda, fizemo-nos exploradores, descobrindo o motivo pelo qual um dos seus lagos tem cor vermelha e o outro não. Um local que merece, sem dúvida, ser visitado, onde encontrarão várias exposições e atividades no interior e exterior da mina.

Um barco naufragado em Vila Nova de Milfontes?

O dia passou a correr e, quando nos apercebemos, há muito que já havia passado da hora de almoço, mas o entusiasmo era tanto… Com a fome a apertar corremos em direção a Ermidas do Sado na esperança de que algum restaurante ou café ainda nos servisse uma refeição. Pelo caminho, encontrámos duas senhoras que prontamente nos indicaram o café central e que com um orgulho desmedido nos olhos, vendo-nos armados de câmaras, nos questionaram: “Vieram para filmar a nossa terra, foi?” Não foi o nosso objetivo, mas a verdade é que levámos a pequena aldeia registada, pela beleza das pequenas casas e pelo silêncio que se fazia notar nas ruas. Fomos em busca do café, mas a nossa demanda por comida revelou-se sem sucesso. Aquele que pareceu ser o único café da aldeia, deu-nos a sensação de que por lá o tempo passava devagar, onde à porta se juntava um grupo de homens da terra, que prontamente nos alertaram: “Aqui já não há nada para comerem, mas sigam para Mimosa. É perto!”

O relógio não parava de andar, por isso nós também não. Seguimos para Mimosa e aí percebemos o porquê de todos os dedos terem apontado para lá: a pequena localidade, em Santiago do Cacém, era sítio de passagem e paragem, bem notado pelos inúmeros camiões parados na berma da estrada, para uma refeição rápida. E assim, seguimos-lhe o exemplo para uma refeição simples e rápida, com o que ainda havia no “Restaurante S. Sebastião da Mimosa”.

De Mimosa, já com o estômago mais consolado, partimos em direção a um novo destino, em busca de um barco naufragado: Vila Nova de Milfontes.

Na Praia do Patacho, há 20 anos, um barco rebocador de seu nome Klemens partiu do porto holandês de Leewarden, em dezembro de 1996, com destino a Portimão. No entanto, não sabendo os motivos reais, por Vila Nova de Milfontes ficou, com os seus imponentes 17 metros agora reduzidos, drasticamente, a mais de metade graças à fúria das ondas do mar. A curiosidade dos nossos convidados pelo local, levou-nos a uma breve paragem por lá e o seu regresso trouxe-nos umas quantas imagens nas nossas câmaras. O que seria de uma viagem de aventura sem o toque personalizado de um barco naufragado?

O melhor pôr do sol: Pontal da Carrapateira

Deixámos Vila Nova de Milfontes para trás com ideia de seguirmos até Sagres, antes do nosso destino final do dia. No entanto, todas as paragens foram intensamente saboreadas, e levaram mais tempo do que o inicialmente previsto, pelo que acabámos por decidir aproveitar o pôr do sol na Praia da Carrapateira, mais exatamente no Pontal da Carrapateira. Chegámos na altura perfeita. Por entre um céu de mil cores, que pintava também a água do mar, os nossos carros sobressaíam no meio do Pontal, onde pareciam só existir turistas. Aproveitámos o momento para conseguir umas fotos em contraluz e vimos o pôr do sol, juntamente com os outros turistas, num momento único. O amor de um jovem casal acabaria por ser a nossa vítima do momento, tornando-se nossos modelos por breves minutos.

Depois de o sol se pôr, seguimos em direção a Vilamoura, onde ficaríamos a dormir. Deixámos que o bom peixe algarvio nos consolasse nessa noite, num restaurante típico junto à marina, chamado de “O Tasquinho do Manel”. A noite já se fazia longa quando decidimos voltar para o hotel, ansiosos por ver o que o dia nos tinha reservado nas nossas câmaras.

Continua a acompanhar a nossa primeira etapa, através dos diários de bordo do segundo e terceiro dia.

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